quarta-feira, 27 de maio de 2009

O julgamento, direto pela Guarujá

Há um clima tenso nos bastidores da política no Estado. Compreensível. Amanhã, 19 horas, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral vão se pronunciar sobre a ação que corre naquela Casa, que pede a cassação do mandato do governador Luiz Henrique da Silveira. Não há nenhuma previsão séria a ser feita. Quem disser o contrário estará blefando. Só é permitida uma opinião apaixonada ao próprio LHS e seus assessores, que precisam fazer o discurso da confiança na Justiça e numa vitória, obviamente, até o fim.
Na hora do julgamento o governador estará em Joinville, participando de um evento empresarial. Depois disso vai assistir a um espetáculo do Bolshoi. Segundo informam, isso deve ir até as 9 e meia da noite. O prefeito de Florianópolis Dário Berger e seu secretário de Turismo Mário Cavalazzi estarão lá também. Uma espécie de reunião de cúpula em oração concentrada.
A repórter da Rede Eldorado Keila Santana estará acompanhando todos os detalhes do julgamento, direto do TSE, para a Rádio Guarujá. No estúdio estaremos ancorando uma programação especial, junto com o cientista político Eduardo Guerini. Pelo telefone, vamos ouvir as principais figuras políticas do Estado sobre o fato.
Será, com certeza, um desses momentos peculiares da nossa política, como aquela sessão histórica na Assembléia Legislativa, em junho de 1997. Naquela oportunidade, faltaram apenas dois votos para a abertura de processo de impeachment do governador em função do que ficou conhecido como “o caso dos precatórios”.
Recomendo a programação da Guarujá. Quem viver, ouvirá.

Um comentário:

NEWTON JUNIOR disse...

Caro Marcelo, a defesa do LHS se preparou bem e deu um banho, não deixando nenhuma dúvida sobre as acusações. Faltou para os advogados da coligação do Amin explicar detalhadamente o processo e não atirar para todos os lados! Faltou dar mais ênfase aos fatos de promoção política! Tentaram erradamente acusar o governo de gastos indevidos sem ter os números exatos.
Um Abraço!
Acho que por isso,na minha visão imparcial, foi feita a justiça.

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