terça-feira, 31 de março de 2009

O código ambiental da galinha e lá se vão os ovos!

Está criado o Código Estadual do Meio Ambiente, com 31 votos a favor, 6 abstenções (os 6 deputados do PT, mais o deputado Sargento Soares – PDT) e nenhum contra. O projeto teve 216 emendas. A metade foi acatada pelo relator Romildo Titon (PMDB). Mais de 5 mil agricultores e umas dezenas de ambientalistas estiveram ao longo do dia acompanhando o processo e pressionando os deputados.
Os produtores rurais “ligaram os tratores” e passaram por cima de tudo, até da Lei Federal. Foram 62 mil assinaturas colhidas em todo o Estado pedindo a aprovação do Código.
O Ministério Público Estadual já havia avisado pela manhã. O day after do Código será uma robusta ADIN (Ação Direta de Inconstitucionalidade) para o Supremo, da qual, pasmem, o deputado relator já está se vangloriando, achando que isso é um gesto de ousadia do Estado.
A tarde foi de muitos discursos, quase todos lamentáveis, do ponto de vista ambiental. A maioria dos nossos parlamentares mostrou absoluta ignorância sobre o tema. Só conseguem falar de uma economia tacanha e suicida. Prestaram um desserviço ao Estado e ao Planeta. Estão servindo para o jantar a galinha. No café da manhã vão faltar os ovos.

O código bumerangue

Está se construindo um bumerangue na Assembléia Legislativa. Caso o projeto do Código Ambiental do Estado ganhe aprovação hoje no plenário - do jeito que está, antes do final do ano a Fatma – fundação ambientalista do governo estadual - terá que buscar no Supremo recursos para defender os recursos hídricos do Estado, ou seja, atirar no próprio pé. É um bumerangue que o governo lança, tentando satisfazer interesses poderosos, e que vai voltar rapidinho na contra-mão.

segunda-feira, 30 de março de 2009

O Cacau ouve mais que o Damião

Engraçados estes embates pela notícia entre os veículos. O episódio sobre o pedágio na SC 401 é um exemplo típico. O assunto ganhou realce quando fiz a pergunta ao governador LHS sobre o embróglio, numa entrevista nos estúdios da Rádio Guarujá, há 15 dias. O governador surpreendeu a todos dizendo estar determinado a proporcionar o pedágio para dar solução ao caos no trânsito na região durante as temporadas de verão.
A declaração transbordou para as páginas do jornal Notícias do Dia, que deu crédito da origem do fato. No último domingo, uma nota de destaque na coluna do Cacau, no Diário, retratou o assunto, quase revelando de onde saiu a notícia (“...uma emissora de rádio em Florianópolis...”). Hoje pela manhã, um atento pauteiro da co-irmã CBN/Diário resolveu sair atrás do tema e foi ouvir o secretário de LHS, Valdir Cobalchini. Em entrevista ao Mário Motta ele desdisse o governador sobre o pedágio e o fato foi tratado como normal, já que uma objeção durante a entrevista levaria o âncora a revelar onde ouvira a voz original da polêmica. É uma “briguinha” boba, mas estimulante, cá entre nós.
Só não precisava ter lido no Blog do Damião uma nota apenas da palavra do Cobalchini, apresentada como “a versão do governo”. Logo o Carlos Damião que nos ouvia tanto...

sábado, 28 de março de 2009

Código Ambiental para quem?

O bicho vai pegar na terça. Vai ser na Assembléia Legislativa um daqueles “pegas” entre forças à luz de uma votação polêmica e que vem se arrastando desde o ano passado: o Código Ambiental do Estado.
O ponto mais agudo desta discussão está nas margens dos rios e na preservação das matas ciliares. O Código Nacional diz que a faixa a se preservar é de 30 metros. O texto atual do projeto de Código catarinense define entre 5 e 20. Os ambientalistas da FATMA acusam que o texto original do Código – feito lá, foi modificado, cedendo aos interesses dos produtores rurais.
Já entrevistei alguns biólogos sobre o assunto. Não há dúvida de que os 30 metros são o mínimo que se pode preservar. O discurso dos ruralistas – alguns dos quais também ouvi, é puramente econômico, sem nenhuma responsabilidade sustentável. Eles têm fortes aliados. O senador Neuto de Conto é um deles e o governador LHS parece ser outro apoio de peso. Ainda não sei qual a opinião da senadora Ideli e isso é um indicador. Já deveríamos saber o que ela pensa a esta altura.
Será que vamos ter muita gente empoleirada no muro? No plenário, pelo menos, não vai ter lugar para isso. Vamos ver.

sexta-feira, 27 de março de 2009

A Prefeitura no prédio da Telesc

Não é mais segredo nenhum. O Prefeito Dário Berger está decidido a encontrar uma forma de negociar com a Oi, a nova gestora da Brasil Telecom, para instalar no majestoso prédio da antiga Telesc, no Itacorubi, em Florianópolis, a sede da Prefeitura Municipal da Capital.
O assunto é mais complicado do que parece. Há quem afirme que o prédio não pode ser vendido porque foi construído em terreno público, sob a forma de comodato. Pelo sim, pelo não, Dário se apressou em transformar o prédio em “patrimônio público”, um mecanismo legal que cria dificuldades para a empresa negociá-lo.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Em tempo, parabéns Floripa!

É quase meia noite e já tarda teu aniversário e o feriado que te deram.
Escolhi ou não, uma profissão de trabalhar em feriados e trabalhei em ti o dia todo.
Mas trabalhei diferente em ti hoje, saí dos estúdios, fui às ruas
Subi morros, montanhas, cheias de curvas, subi, desci, lá na tua Lagoa
Vi coisas tão lindas, tão tuas, tão comuns e tão raras
Quanta gente vem aqui e te leva em fotos, em memórias, em amores
Andei tão depressa hoje, como sempre tenho andado ultimamente em ti
E quase não te vi direito, tão vulgar eu, tão sublime tu
Tenho te andado muito, mas sem te apreciar
Tenho trabalhado em ti, te construído, me construído em ti
E me pedes tão pouco, só a preservar-te e te olhar com ternura
Já te devo tanto e nem sinto isso de tão apressado que ando
Mas te devo muito, pelo tão apressado que ando e ainda assim tão feliz e são
Só por que é em ti que vivo e quase nem sinto
Estar em ti é tudo de mais saudável que faço, há tanto tempo aqui
Obrigado, Floripa, minha cidade do coração, desta minha vida!

Blitz trabalhista no estúdio


Foi um longo dia de muitas entrevistas e declarações interessantes que pipocaram de todos os lados. Alguns blogueiros publicariam em sessões conta-gotas as conversas e revelações, mas não tenho paciência com isso. Vou logo contando o que se passou, respeitando os "off's" pedidos e eliminando os "tro-lo-lós". Lá vai o que ouvi durante o dia.
Logo pela manhã, no estúdio da Rádio Guarujá, com o ministro do Trabalho, Carlos Lupi e o presidente do PDT catarinense, Manoel Dias.
O ministro, fora do ar, me confidenciou que não acredita que seja votada e tampouco aprovada este ano a redução da jornada de trabalho tão sonhada pelas centrais sindicais. “Apoio a idéia, o governo apóia, mas a conjuntura não é pra isso, acho difícil”.
Já o trabalhista Maneca Dias, provocado sobre o problema criado entre o seu correligionário, deputado Sargento Soares, e o governador do Estado em torno da Lei 254 e os Praças. Como administrar este problema, já que o PDT faz parte da base de LHS, perguntei: “Resolvendo o problema, vamos conversar, vamos achar um caminho, não podemos perder o deputado que é importante, está fazendo seu papel, mas o partido e o governo não são feitos só de militares e temos que ter um discurso só, como apoiadores do governo que somos”, lançou o dirigente para bons entendedores.

Da série “me inclua fora dessa”...

À tarde, a programação da Guarujá foi toda no Restaurante Oliveira, numa alusão ao aniversário da cidade e de seus 283 anos. Lá a mesa foi eclética e proporcionou bons e raros comentários. Frente à frente e lado a lado, o prefeito Dário Berger, a senadora Ideli Salvatti, o secretário de Turismo Mário Cavalazzi, os vereadores João Amim e Renato da Lagoa. Mais cedo, o secretário Municipal da Educação, Rodolfo Pinto da Luz nos proporcionou um "esquenta" e, por telefone, ainda falou o secretário Regional da Grande Florianópolis, Valter Galina.
Galina não titubeou em falar das obras do governo e já foi explicando como será a arena multiuso, que se erguerá lá no trevo de Canasvieiras. Alertei o secretário que a obra exigia antes a duplicação por completo da SC 401, no que o engenheiro concordou imediatamente. Questionado sobre a instalação do pedágio – que está nos planos do governador – Galina não deixou dúvidas, pelo menos na frase: “Olha, eu não sou contra nem a favor, mas aquela obra tem que ter uma solução”.

Só não vale o “Aminaço”

Cavalazzi e João Amim sentaram lado a lado e logo o experiente e ex-aliado do pai lascou: “Tu vais indo bem, mas não pode é usar o “Aminaço”, e todos riram. Cavalazzi explicou melhor o termo. "O Esperidião era governador e ele me mandava uns textos para ler no plenário. O problema é que de vez em quando o Heitor Sché pedia um aparte e continuava a ler o mesmo texto, o “Aminaço” e só me restava no final o “tenho dito”, pô discurso em duas vias não dá, né!!”, brincou Cavalazzi. O novato João não deixou por menos: “Nessa época tu estavas de que lado mesmo?” O Cavalazzi foi ligeiro: “eu sempre estive do mesmo lado, vocês é que foram pro lado do PT”.

Ideli rebate LHS na cobrança de pedágio na SC 401

Hoje consegui ouvir senadora e pago uma dívida com os leitores e ouvintes. Idei confirmou sua discordância radical com a instalação do pedágio na SC 401 e chegou a reagir com força quando relembrei o que o governador LHS dissera na Guarujá há uma semana, sobre a dívida impagável que o Estado tem com a Engepasa: “é mentira!”.
Segundo a senadora o governador erra ao querer negociar com a Empresa quando o processo ainda está tramitando. “Ora, como é que eu vou querer pagar, fazer negociação, quando nem se sabe se o Estado vai mesmo perder e quanto é ao certo a dívida?” Ideli conta que foi ao procurador geral do Estado e pediu que a Procuradoria brigasse pelo Estado até o fim e adiantou que foi autora de uma emenda ao orçamento federal de cerca de 30 milhões de reais para o término das obras de duplicação da SC 401. “É possível concluirmos a SC 401 sem a utilização de pedágio”, acredita a senadora.
O tema, certamente, vai esquentar e subir o palanque ligeirinho.

Presente de grego, não!

O final da tarde ficou com uma boa entrevista com o prefeito Dário, cheia de descontração e, por isso mesmo, cheia de declarações bem significativas.
Sobre o Hospital Florianópolis o prefeito mostrou interesse na sua municipalização, mas não do jeito que está, praticamente demolido. Ele o quer reformado e promete cuidar da sua gestão. Uma posição que me pareceu – pelo andar das conversas de intervalos – semelhante à posição do prefeito em relação ao pedágio da SC 401. É bem óbvio que a estrada já poderia ter sido integrada à cidade, deixando-a sob os cuidados da Prefeitura, mas Dário só pensa nisso com ela acabada, livre dos passivos de hoje. O prefeito é contra o pedágio e chega a reconhecer que ele não irá acontecer, mas não quer - neste momento – criar um caso com o governador LHS que resolveu – parece que sozinho – comprar a briga do pedágio.

O “gentleman” Cavalazzi

O secretário Cavalazzi se inspirou nas conversas de intervalo que tivemos, lembrando os bons “pegas” na década de 80 entre ele, e os ex-deputados estaduais João Mattos e Iraí Zílio. Mas durante o programa, ao lado da senadora Ideli, ele não resistiu a uma provocação. A senadora lembrou da antiga posição de Cavalazzi, então aliado de primeira ordem de Amim, quando a licitação das obras de duplicação da SC 401 começara no governo de Vilson Kleinubing. “O Cavalazzi apoiava o projeto que previa o pedágio, mas depois ele mudou de lado...”, mandou a senadora. O Cavalazzi devolveu ágil: “a senhora é que mudou de lado e eu tratei de ficar, como sempre, do outro lado.”
Minutos depois, para recompor a elegância diante da senadora, o ex-deputado saiu-se bem: “me lembro que lá na tribuna da Assembléia via a senadora nas galerias, presidente do Sinte, se manifestando fortemente contra o pedágio e eu dizia que para falar da tribuna tinha que ter votos. Passaram-se os anos eu fiquei com os meus 120 mil e a senadora veio com os seus um milhão e meio de votos”, disse Cavalazzi, o “gentleman” da hora.

As obras do IPUF

O prefeito foi duro com o pessoal do IPUF durante a entrevista e diz que os poderes da rapaziada de lá já não existem, depois da reforma administrativa. “Muita gente fala de crescimento desordenado da cidade, mas isso já faz 30 anos, coincidentemente, desde a criação do Instituto de Planejamento urbano de Florianópolis, o IPUF”, lança Dário contra os técnicos do órgão municipal. “O IPUF não pode mandar mais que o prefeito. O prefeito é que tem legitimidade de dizer o que fazer com os projetos na cidade”, defende-se Berger do que ele chama de “intromissão indevida”.
Dário pergunta em tom de deboche: “me apontem uma obra do IPUF!”

Os sonhos que embalam posições

Finalmente, Dário introduziu um assunto que chamou a atenção. Se colocou em defesa da economia da região metropolitana diante do risco das perdas de postos de trabalho com a compra da Brasil Telecom pela Oi e revelou uma providência tomada: “estou me inteirando do assunto, tomei a iniciativa de transformar o prédio da antiga Telesc, onde hoje funciona a Brasil Telecom, lá no Itacorubi, em patrimônio municipal, o que vai obrigar a nova empresa que comprou a Brasil Telecom a vir nos procurar e nos dar ciência do que está fazendo, nos dando até prioridade na venda, se for o caso, e ressarcindo o município, de alguma forma, pelos prejuízos causados com a fusão das empresas e pelas perdas para a nossa região”, disparou o prefeito.
Me surpreendeu a posição de Dário num assunto tão árido e distante das possibilidades do município exercer algum papel num negócio privado, mesmo levando-se em conta as repercussões sabidas.
Algum interesse colateral parece existir entre os projetos do prefeito. Não vamos esquecer que, já faz uns anos, a própria Brasil Telecom e o Governo do Estado já chegaram a sonhar com um negócio que envolvia uma solução para a sede administrativa do Executivo Estadual. O Centro Administrativo do Besc veio a ser o caminho, na época, mas a sede da velha Telesc pode estar, ainda, embalando sonhos por aí...

domingo, 22 de março de 2009

Lenine, próstata, latinhas e as lições

Resolvi ficar mais quieto neste fim de semana. Não escrevi nada. Pouca inspiração. Me lembrei do amigo Damião. “Quando não tens nada pra dizer, publica uma foto...” Ando com saudades dos papos com o Damião, precisamente os de política. Me faz falta aquela dialética provocativa que aprendi a ter com o pessoal do “Pecebão”, era assim que chamávamos, nós do MR-8, os camaradas do PCB. Já faz um tempão, na década de 70, 80...
Nesta tarde, resolvi me entregar às tarefas de jardineiro, o que há muito não fazia. Cortei a grama, acertei canteiros, aparei as trepadeiras da janela e podei uma velha bananeira, teimosa, insistente em renascer. Nada contra as bananas, mas os morcegos andavam incomodando... Por tudo, fiquei exausto, demolido. Já havia me esquecido que há uns dez anos atrás fazia isso brincando. Pra relaxar, resolvi buscar umas latinhas na “conveniência” do posto. Lá encontrei um antigo conhecido, de uns 15 anos. Parecia bem, mas me disse que lutava há uns oito anos contra um câncer de próstata, com quase uma dezena de cirurgias feitas. Me contou que passa por verdadeiras provas de sobrevivência, administrando períodos duros de depressão e outros mais felizes por ver melhoras na briga que trava com a doença.
Ele saiu rápido, depois de comprar quatro “Sonhos de Valsa”. Fiquei pensando naquilo (pra quem seriam aqueles bombons?) e no quanto não valorizamos os bons dias que vivemos, com saúde.
Peguei minha motoca e fui devagarzinho pra casa, pensando em tudo. Divido este sentimento com vocês. Emocionado e mais atento a este espetacular momento de estar vivo, mais um dia.
Me lembrei na música do Lenine, “Paciência”. O poeta manda ver. A letra é um “letra”, pra todos nós.

video

sexta-feira, 20 de março de 2009

Fica pra outra hora

Não posso negar que foi frustrante. Não consegui ouvir a senadora Ideli Salvatti nesta tarde, como imaginei que fosse possível. Sexta-feira, normalmente, os parlamentares de Brasília estão em suas bases. É o caso. A senadora está na terra, mas cansada, segundo me informa a sua assessoria, o suficiente para não falar no “Conexão da Tarde”.
Me contaram ontem que ela tinha um posicionamento interessante e controverso sobre a instalação do pedágio na SC 401, como está anunciando o governador LHS. Seria uma entrevista quente, pra encerrar a semana. Cheguei a estimular os leitores do Blog a acompanhar o assunto. Peço desculpas a quem ficou aguardando. Continuo querendo ouvir a senadora. Mais descansada, talvez, n’outra hora.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Ideli na contra-mão do pedágio e de LHS


O governador LHS relançou uma polêmica na segunda-feira em entrevista na Rádio Guarujá. Afirmou que não existe outra alternativa para resolver a duplicação inacabada da SC 401 sem a ativação do pedágio. A dívida com a empresa (processo que o governo já perdeu na Justiça em várias instâncias) é impagável, assegura LHS. O governador garantiu que até o final do ano o pedágio será uma necessidade para resolver o caos nas temporadas de verão.
Até aqui, nada de novo. A posição de LHS já foi ao ar no início da semana, como disse, e o Jornal Notícias do Dia, ontem, repercutiu o assunto, com ampla matéria especial. Mas a novidade das últimas horas - que o Blog dá em primeira mão – é que a senadora Ideli Salvatti vai entrar na briga, novamente, defendendo que o pedágio não é necessário. Amanhã, a partir das 14 horas, vou entrevistá-la na Guarujá, no Programa Conexão da Tarde. A senadora promete abrir o verbo contra a idéia de LHS e adianta que vai oferecer outra alternativa.
Vamos acompanhar. A eleição do ano que vem está bem mais próxima do que imaginamos.

Minha mãe de notebook


Recebi ontem uma mensagem por e–mail da minha mãe. Foi uma surpresa, já que ela nunca usa esses meios digitais para falar comigo. Mais surpreendente ainda foi o teor da mensagem: “filho, estou te enviando esta mensagem do notebook que o teu pai me deu de presente. Ainda estou aprendendo, mas agora vamos poder falar mais.”
Falei hoje com ela. É um dia especial. É o dia do seu aniversário. No telefone, ela me disse que já entrou no Blog várias vezes. Confesso que me sinto mais vigiado, a partir de agora. Um sentimento daqueles de filho, da série “olha os modos, menino!” Vou prestar mais atenção nos textos.
Parabéns, mãezinha querida! Saudades... Um beijo, Dona Léta! Qualquer dia apareço.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Posição politicamente incorreta


Olhei e lembrei prontamente de alguns de nossos políticos: em cima do muro e ainda querendo se camuflar. Dá nisso!...

segunda-feira, 16 de março de 2009

LHS abre o verbo em 14 minutos

As declarações mais interessantes do governador LHS na rápida entrevista que gravei e foi ao ar no Programa Conexão da Tarde, na Guarujá, estão aqui.
Sobre as relações políticas com o (pelo jeito) ex-aliado, o deputado estadual Sargento Soares (PDT), presidente da Aprasc, e as possibilidades de haver uma reaproximação entre eles: - Com alguma outra liderança sim, numa outra oportunidade, mas com ele não.”
Sobre a polêmica com as Praças Militares, as promoções e seus salários: - Eu promovi mais praças do que os últimos quatro governos que me antecederam. Um oficial, hoje, ganha cerca de cinco mil reais, quando o governador ganha 10, o secretário Derli que está aqui comigo ganha 7, o assessor de imprensa ganha 4. Repliquei na pergunta e sugeri que na outra ponta há os que ganham pouco mais de mil reais: - É mentira, nenhum ganha menos de 1.500 reais e eu posso trazer os levantamentos da Secretaria da Fazenda pra você.”
Sobre as eleições municipais do ano passado. Provoquei o governador sobre qual das duas eleições mexeu mais com suas emoções, a derrota de Joinville ou a vitória sobre Amim? – Nenhuma das duas. Em Joinville, tivemos uma crônica de uma história anunciada. Só um cego para não saber que toda chance era dele (Carlito Mers, candidato do PT, que se elegeu prefeito). Mesmo assim houve o segundo turno, apoiamos o Darci Mattos, mas ele foi vítima de uma denúncia de escândalos na Polícia, que vocês mostraram e isso o deixou sem chance. Aqui em Florianópolis, Dário ganhou com propostas, com trabalho, enquanto o adversário só apresentou críticas e desaforos, o que o povo não gosta. Se vier mais cinco vezes sem proposta, sem programa, só com xingamentos, vai perder todas.”
Fiquei devendo aos leitores do Blog e aos ouvintes outras perguntas, mas o tempo é sempre curto e uma entrevista desta envergadura precisa de tempo de aprouche, calma e esmero, nem sempre possíveis. Não vai faltar oportunidade, espero.

Já tivemos mais força para 2014

O governador também comentou na Guarujá as possibilidades de Florianópolis vir a ser uma das sedes da Copa do Mundo de 2014. – Quando disputávamos com Goiânia/GO, tínhamos mais de 95% de chances de ganhar. Com a entrada de Natal/RN, temos mais ou menos 60%, 70%, avalia LHS. Disse, ainda, que Ricardo Teixeira, por motivos políticos, deve se abster na votação da FIFA. São 24 votos, 3 de sulamericanos. LHS acha que isso é uma grande vantagem. O governador confia na força de João Havelange que, mesmo sem voto na Federação, ainda tem muito poder. Havelange prometeu defender Florianópolis.

Pedágio na SC 401 vem aí


O governador revelou, agora pouco na Rádio Guarujá, uma posição que vai movimentar a semana. Disse que não há outra saída para o caos na SC 401, mal duplicada e superlotada na temporada. O pedágio vem aí. LHS vai encarar esta briga. E já anuncia que esta decisão vai acontecer ao longo deste ano.
Acho que todos lembram que o movimento contra o pedágio teve a liderança da senadora Ideli Salvatti. Pra quem achava que estava tudo acertado para 2010, taí um indício de que não é bem assim. A chapa vai esquentar.
EM TEMPO: A conversa com LHS foi ao vivo pela manhã, mas gravei uma entrevista com ele, de 14 minutos, revervando para este espaço perguntas mais apimentadas, com os assuntos mais polêmicos, entre eles o seu processo no Supremo, a Lei 254, os Praças, a vitória sobre Amim e a derrota em Joinville.
Vai ao ar logo mais, no "Conexão da Tarde", a partir das 14 horas.

domingo, 15 de março de 2009

A emoção do Clássico

Comecei a escrever uma nota sobre o gol do Figueirense, feito agora pouco, feliz da vida! No meio da primeira frase o Avaí empatou. Putz! Quando já estava deletando o coitado do texto e o Figueira quase desempatou. – Vamos a 49, narra o Janitter, pela Guarujá. Chuva, lama, empurrões, gritos, pegada, emoções mil. É clássico!
ATUALIZANDO: terminou agora, 1 a 1. Sou obrigado a reconhecer a bonita frase de um jogador do Avaí na saída do gramado: - Graças à Deus, clássico a gente não perde, ou se ganha ou se empata!
Alguns jogadores saíram chorando...

A fusão que não soma aqui


Os diretores do Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações de Santa Catarina, o Sinttel-SC, estão se mobilizando para tentar evitar um mega-desmonte de empregos em Santa Catarina. Com a compra da Brasil Telecom pela Oi, uma reestruturação administrativa que pode exterminar com mais de 2 mil empregos no Estado. A barca pode passar não só pelos salários menores - os dos call centers - mas, inclusive, pelos maiores, atingindo as gerências.
O Sindicato denuncia que a transferência do Centro Nacional de Gerenciamento de Redes – CNGR, de Florianópolis para o Rio de Janeiro, caso ocorra, trará uma perda de 300 empregos de alta qualificação no Estado. Nas realocações ou pura extinção dos postos de trabalho mantidos através das prestadoras de serviços à Brasil Telecom no Estado (Alcatel e Koerich), pode varrer cerca de 700 empregos. A Brasil Telecom Call Center, que emprega hoje na Capital cerca de 1.300 atendentes, também estão ameaçados. A Contax, operadora de tele atendimento, controlada pela Oi, que emprega hoje 70 mil empregados pelo país, poderá absorver para algum lugar do país todos os serviços operados aqui.
Os sindicalistas do Sinttel-SC estão percorrendo os gabinetes dos parlamentares catarinenses, demais Poderes e entidades organizadas, com o intuito de engajar estes setores a uma luta unificada em defesa da economia do Estado.

Entrevista com LHS na Guarujá

Amanhã o governador Luiz Henrique da Silveira estará na Rádio Guarujá, por voltas das 9 horas, para uma entrevista especial, no Programa Conexão da Manhã. Com o âncora Polidoro Jr vamos entrevistá-lo. Já anotei no meu bloco algumas perguntas obrigatórias, outras nem tanto. Faremos todas.
Logo após a entrevista ao vivo, imagino gravar com LHS uma outra, para logo mais à tarde, para o Conexão da Tarde, que apresento a partir das 14 horas. Nesta, pretendo chegar mais perto da figura política que é o governador, desde os tempos de Ulisses. Prometo não poupar assuntos.

Tensão pré-clássico

Hoje é dia de clássico. A semana inteira o pessoal tentou arrancar de mim alguma frase. Recebi provocações de avaianos de todos os quadrantes, afinal, eles são os teóricos favoritos deste final de domingo. Disse, desde segunda que não estou dando declarações sobre o jogo. Me permiti apenas a uma manifestação: “estou sentindo cheiro de tragédia no ar”.
Vamos ver.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Jogo duro contra Praças reforça o palanque da liderança

O comandante geral da Polícia Militar de Santa Catarina, coronel Eliésio Rodrigues decretou “estado de prontidão” para todos os militares da Grande Florianópolis. O determinação pretende evitar a participação dos praças na Assembléia da Aprasc marcada para às 13h30min de hoje. Com isso, todos os policiais, de folga ou em serviço, são obrigados a ir para o quartel e não podem sair, segundo informa o deputado estadual Sargento Amauri Soares (PDT).
Lamentável que o governo estadual resolva manter uma posição radical, negando-se a abrir o diálogo dos os praças militares. O Centro Administrativo sequer reconhece que a Aprasc exista.
Os articuladores do governo argumentam que todas as manifestações do parlamentar trabalhista são eleitoreiras, que visam uma candidatura à Câmara Federal ano que vem.
Se isso procede, que se jogue o jogo democrático. A estratégia adotada só coloca areia no caminhãozinho do Sargento.
Bom senso e articulação política resolveriam boa parte deste problema.

terça-feira, 10 de março de 2009

The kings of “ops!”


A matéria é de domingo. Segurei o texto em respeito às mulheres, afinal, o assunto envolve uma ministra-chefe. É quase quarta, dia 11, então lá vai.
Hillary é uma legítima americana. Não se enganem com o nome do seu partido, Democrata. Ela é, acima de tudo, uma americana, como Obama, que é um negro, é presidente agora do Império, o mais puro representante, mas a Casa continua sendo bem Branca.
A super-esposa de Clynton protagonizou mais uma, esta semana, típica de americanos, de gestos nítidos e sorrisos límpidos, olhos de brilho penetrante que vão fundo, são simpáticos", mas, normalmente, incompetentes quando isto precisa ser o essencial, com a licença das frases coladas do mestre Caetano.
A ministra de Estado foi dar as boas vindas ao dirigente russo, na terra “neutra” de Genebra, propondo um novo caminho de entendimentos. Deu-lhe um presente simbólico, o “botão de reinício”, um gesto louvável e criativo, quase perfeito, não fosse a gafe do cerimonial ianque que escreveu a palavra “reinício” nas duas línguas, “reset” e “peregruzka”. Ops! A palavra russa quer dizer “sobrecarga”.
Uma nova licença de Caetano: Americanos sentem que algo se perdeu, Algo se quebrou, está se quebrando... É melhor acertarem o passo, brothers...!

segunda-feira, 9 de março de 2009

Sem excomungar nada, muito menos o debate e o conhecimento

Essa polêmica sobre o aborto da menina estuprada em Pernambuco não é tão simples como parece. Os dirigentes católicos foram rápidos e adotaram uma postura que remonta a Idade Média, excomungando os pais da criança.
De pronto, é natural que o cidadão mais comum se solidarize com a dor da família e repudie veementemente a posição inquisidora e arrogante da Igreja. É um sentimento humano normal, desprendido de filosofia mais apurada e explica um sentimento nobre de solidariedade.
No entanto, para os mais atentos e que acreditam na forma espiritual impregnada nesta vida, vai saber, precisamente, o que cada um faz por aqui e que tipo de tarefa e missão está pré-determinada a cada um de nós. Intervir na continuidade da uma existência seja ela qual for, em que estado físico ou moral possa estar, é sempre uma brutalidade ainda maior que, no mínimo, interrompe a trilha de uma evolução espiritual idealizada muito antes de nós por aqui. Este é um olhar diverso que precisa um dedo a mais de reflexão.
O tema exige uma discussão vertical, respeitosa e de muitos cuidados. Misturar paixões, sensacionalismo e a simplificação de um entendimento que é complexo, pode transformar o debate numa conversa leviana, de botequim e de conteúdo duvidoso.

A pedra no sapato lá no Supremo

O governador se incomoda bastante com o fato de onde vai sempre tem que dar alguma explicação sobre o que pensa do caso no Supremo. Apesar disso, tem certeza de que terá sucesso, convicto de sua inocência e com a boa bancada de advogados que tem agora.

domingo, 8 de março de 2009

Envergonhados, saudemos o Dia Internacional da Mulher


Quanta rima, quanta história, quantas marias se foram, vieram, nos criaram, nos amaram, nos nocautearam de volúpia, nos embalaram no berço, nos mandaram saber o quanto dependemos delas. Quantas nos servem, quando nós é que deveríamos...
Quantas delas ainda nos passarão à frente, vencendo todos os obstáculos que nós burrões colocamos, dando provas diárias de nossa fraqueza e insegurança...
Quantas joanas e darks mataremos, enforcadas, queimadas, espancadas pela nossa brutalidade irracional, enraizada nas cavernas do nosso antepassado...
Ah, como eu queria ter conhecido e vivido junto daquelas de Chicago, de New York, que se levantaram em defesa do meu presente. Que vergonha histórica das minhas atitudes patriarcais. Quantas desculpas lhes devo, quantos gestos de nobreza não fiz, quanto devo – na minha condição minúscula de macho e menor, a essas bravas que conheço e não conheci.
Fico a pensar quantas outras heroínas por aí, nesses recantos do mundo, nas áfricas esquecidas, nos afeganistãos, nos iêmens, nos paquistãos, nas bósnias e nos iglus dos alascas... Quantas delas não conhecemos e também são, com certeza, mães e pajés de seios fartos a nos alimentar a alma e a nossa história, tão carente de suas lições.
Queria ir a um lugarejo desses, bem miserável, onde o leite materno é a única esperança de vida, onde ela é o único braço ético e levar à estas mulheres um mar de homenagens e torná-las nossas dirigentes, espirituais e de trono real, de um jeito que jamais um de nós, pobres coitados, pudesse tirá-las de lá.
Quanta coisa não fiz até hoje, n’outro Dia Internacional da Mulher. Quantos mais terei de escrever assim, tão culpado, tão pressionado pela ignorância do meu gênero. Quantos anos, décadas e séculos, eu, meus filhos, netos e bisnetos permanecerão cegos diante da grande luz vinda da mulher.
Somos tão tacanhas, somos tão díspares..., isso me envergonha demais!
Beijem suas mulheres! Todas que for possível! Que se faça isso como nunca fizemos, em gesto, em alma, em comportamento efetivo.
Salve todos os dias internacionais das mulheres!

A vingança da comida

O Canga é um mestre em achar e publicar coisas interessantes no seu Blog. Hoje ele se superou. Não resisti em reprodizi-la e dividir esta genial com vocês.

Beba na fonte, como o Canga sempre diz: CangaBlog

Quando a utopia não é utopia


A fila andou. Se o estado e a sociedade não se entendem para resolver seus conflitos e injustiças criadas pelas suas próprias ineficiências, as comunidades mais carentes – que são vítimas deste mal – acabam encontrando caminhos e soluções, criativas e revolucionárias.
É o caso de um edifício, localizado no centro de Porto Alegre, na Avenida Borges de Medeiros, nas escadarias do primeiro viaduto da cidade, um local nobre, portanto.
O prédio há muito anos estava abandonado e foi ocupado em 2005, atitude inspirada pelo Fórum Social Mundial, que se realizava na capital gaúcha naquele dia. De lá para cá uma entidade gestora foi criada, a Cooperativa Solidária Utopia e Luta, a Coopsul.
O prédio tem nove andares é está ocupado por pessoas entre 25 e 58 anos. Os chefes da família são 70% mulheres e a maioria estuda ou trabalha. Cada andar é temático. O primeiro, dos idosos, é chamado de 'Andar do Homem Novo'. Ele ganhou uma ilustração com a imagem de Che Guevara. A 'Consciência Negra', os 'Povos Indígenas', a 'Juventude', a 'Biodiversidade', a 'Mulher' e a 'Revolução' também estão nos painéis e dão nome aos outros andares. Os murais foram pintados por artistas com estilos diferentes.
No subsolo está sendo organizada uma lavandeira com máquinas industriais de lavar e secar roupas. No terraço, no espaço 'Chico Mendes', será feita uma cozinha industrial, uma horta comunitária e o trabalho de reciclagem do lixo. No térreo, haverá um teatro, salas de aulas de computação e uma creche. No hall de entrada, a frase dá o tom da utopia: "Está pisando no território da autodeterminação popular".
Os apartamentos do velho prédio abandonado na Borges – já em reformas internas e com outro visual externo - serão no formato JK - 14 deles, com 30 m², têm capacidade para dois adultos e duas crianças. Os outros 28 JKs, de 25 m², já servem para famílias que tenham dois adultos e uma criança.
Cada uma das 42 famílias pagará R$ 25 mil, em 20 anos - à Caixa Econômica Federal, um programa coordenado pelo Ministério das Cidades do Governo Lula. Se alguém tem alguma dúvida da legalidade do fato, pode conferir na Lei Federal 10.257/2001, do Estatuto das Cidades. "Os imóveis públicos devem cumprir, primeiramente, a sua função social. Ou seja, não podem permanecer fechados, pois acarretam custos para toda a sociedade", inclusive para a mais abastada.
Mas o que mais me chama a atenção é o projeto futuro da Coopsul, que é dirigida pelo músico e compositor Eduardo Solari. Para quem imagina que os “ocupadores” pretendem se eternizar naquele espaço central - que remonta boa parte da história de Porto Alegre – a utopia daquela comunidade é clara. Em menos de 10 anos, eles pretendem se transferir para outro prédio e transformar o local em um espaço cidadão. Vão remanejar as famílias e transformar o prédio em um Centro de Formação Cidadã. Mas isso, hoje, ainda não é permitido, porque a lei não permite, mas eles querem “transgredir” de novo, buscando este sonho em outras lutas.
Muita gente torce o nariz para soluções como esta e se insurge com posturas e velhos conceitos debaixo do braço. Pois é. Quando se fala muito, sem soluções concretas, a fila anda. Nem sempre na toada dos poderosos.
A fila está andando pessoal.
Para quem quiser ler a matéria integral, da Fabiana Leal, do Portal Terra.

terça-feira, 3 de março de 2009

Eu não vejo esse “biguibroder”, diz minha mãe!

Minha mãe ligou há pouco, de Porto Alegre, para me cobrar um post do blog de uns dias atrás, no qual falava dos valores e do tal “biguibroder” (A chafurda que viramos).
Foi uma cobrança que me deixou confortado e orgulhoso dela. No post do dia 11 de fevereiro, dirigi críticas sobre a falta de conteúdo generalizada de todos nós e a perda de valores em geral. Disse lá, entre outras coisas: “...vi e ouvi o Bial perguntando a um coitado daqueles o seguinte: - o que é mais importante numa mulher, a cabeça ou a bunda? Foi isso mesmo. Leiam mais uma vez! Foi isso mesmo. Pior: olhei para as pessoas da sala e ninguém ficou estarrecido como eu. Nem as mulheres presentes! Imagino que o País reagiu assim também...”
Pois bem, a Dona Léta, minha mãe, me telefonou para fazer um reparo, num tom indignado: - Olha, o teu pai imprimiu os textos do teu Blog, os li e quero te dizer que eu não vejo o “biguibroder” (acho que ela escreveria assim também), acho aquilo uma pornografia, uma falta de assunto, um horror!
Corri aqui para escrever este reparo, feliz da vida.
DNA bom esse meu! Desculpem a falta de modéstia, pessoal, mas a Dona Léta é ótima.

domingo, 1 de março de 2009

Pra fechar o verão

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Desde os Anos 80, nós brasileiros, temos um hino, uma espécie de vinheta para encerrar o verão. Bem, é hora de chamar o mestre Tom e a saudosa maloca (ops!) Elis (desculpem, a música do Adoniran me veio como um raio...). Com vocês, pra fechar o verão, “Águas de Março”. Manda ver, maestro!

O Comandante vai bem


Não gosto muito da figura pessoal do Hugo Chávez, o acho um bufão, um sujeito que sofre de uma enfadonha incontinência verbal. Não sabe ouvir, ficar quieto, o que o faz, muitas vezes, um bobão inconseqüente. Mas não posso negar que, vez por outra, ele vem com umas boas tiradas, boas brigas e o fato da alta classe média de seu País ter verdadeiro pavor dele, me agrada.
Pois o Chávez esta semana esteve em visita ao comandante Fidel Castro, em Cuba. Disse aos jornais do mundo que o velho revolucionário “está bem, muito bem” de saúde. Além de ser uma boa notícia para todos nós que admiramos o papel histórico de Fidel no século passado e do carinho ainda juvenil que temos por ele, a notícia que traz o líder venezuelano não deixa de ser uma provocação aos assustados homens dos “big-bussines” de hoje.

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