
A lembrança é do Dr. Charles Albert Marantan Paitán. O doutor é francês e anda correndo pela Internet um texto atribuído a ele, trazendo à baila umas intrigantes contradições sobre esta Gripe A, lembrando e comparando fatos. Fiz buscas na Rede para conhecer mais sobre o especialista, mas não achei nada a seu respeito. Como o conteúdo do texto é de boa qualidade e pertinente, a existência ou não do Dr. Charles é um detalhe. Resolvi, então, divulgar fragmentos das lembranças e indagações do doutor.
“Cerca de duas mil pessoas no mundo contraem a Gripe A e todos querem usar máscaras, mas um número próximo de 25 milhões de pessoas tem AIDS e ninguém está tão mobilizado assim com os preservativos.
Morrem no mundo a cada ano milhões de pessoas vitimas da Malária, que se podia prevenir com um simples mosquiteiro. Ainda morrem por ano aproximadamente dois milhões de crianças com diarréia, que se poderia evitar com um simples soro que custa 25 centavos. E mais: sarampo, pneumonia e enfermidades curáveis com vacinas baratas, provocam a morte de dez milhões de pessoas a cada ano, mas os noticiários registram uma a uma, as vítimas da Gripe A, como se este fosse o único mal do século.
Há cerca de 10 anos, quando apareceu a Gripe A, vivemos este mesmo clima e foram registradas cerca de 250 mortes de pessoas em 10 anos, 25 mortos por ano. A gripe comum, essa que conhecemos bem, mata todo ano meio milhão de pessoas no mundo. Meio milhão contra 25!”.
Sem a confirmação da identidade do Dr. Charles, tomo os cuidados para dar nome aos bois, coisa que o doutor faz com coragem. Segundo aponta, a empresa norte-americana que detém a patente do Tamiflu tem como seu principal acionista uma importante autoridade militar do governo Bush.
Um desafio a mais para os governos: enfrentar outra pandemia, a “pandemia do lucro”, conclui o francês. Pra pensar...
Nenhum comentário:
Postar um comentário