Quase onze da noite ou até já passava disso... Toca o telefone no estúdio e o Diornes do Nascimento me diz que é o Júlio Castro. Atendi e o velho Júlio queria só bater um papo rapidinho, entre uma entrevista e outra. Trocamos rápidas frases, de boa qualidade, como é cada vez menos freqüente, entre colegas e amigos. O Júlio só queria isso mesmo, simples e autêntico assim. Gostei daquilo. Ele está cobrindo férias de colegas na Guarujá e por isso foi deslocado de horário e está pelas manhãs. Me disse que o horário é bom, tranqüilo, mas senti na sua voz uma pontinha de saudade da jornada antiga de trabalho, no Jornal da Noite. O Júlio faz falta, para mim e para os ouvintes. Fazer o que? Não se pode querer tudo...
Um abraço Júlio!
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2 comentários:
Marcelo: Nenhum comentário sobre a guerra? Não vou nem especificar, pois não precisa. Sempre te acompanhando, abraço do Cordeiro.
Sempre me honra muito a participação no Blog do amigo e Procurador do Estado Manoel Cordeniro Junior. É verdade, tenho deixado a guerra da Gaza de lado. Além de difícil o tema, sempre muito triste falar de guerras, mas vamos lá. Diz o ditado que soldado no quartel quer é serviço, então...
Um forte abraço, Dr. Cordeiro!
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